Poesias e afins


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Quando os rios secarem
Quando o Sol não mais brilhar
Serei aquele que mata sua sede
E aquele que surge para te iluminar

Se o mundo perdeu a graça
E os dias pararam no tempo
Ah, eu te levo com a minha vida
Numa folha sobre o vento

Somos como o dia e a noite
Completamos o eclipse num olhar
Mas se um dia eu não mais lhe farei sorrir
Saiba, nunca mais poderei respirar


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Sinta, sinfonia do mais profundo vale
Ouça, o canto dos elfos escoa nos chamando.
Corra pequena criança, e alcance o anoitecer
Antes que a névoa cegue seus olhos.

E a aurora, lá no fim do mundo, pinta o céu de furta cor
Meu anjo vem e me acorda, vamos sair e passear?
Os ventos nos levam para aquele mesmo lugar
Minha terra mais desejada, sonho antigo...

O mago de azul
O duende de verde
Eu me junto aos trovadores

A dama de branco
O Cavaleiro na armadura
Cantemos, até o sol nos vir